████ Emma Stone [EC]
The Amazing Spider-Man (2012)
Com muito no currículo que a levasse às primeiras fileiras de Hollywood; com muito público da qual acostumada não estava, já com fortes antecessores ao referido mais abaixo; tendo como destaque filmes juvenis que se tornaram clássicos, além de participações célebres; a atriz foi do "relativamente conhecida" ao estrelato das ainda mais altas bilheterias com o longa estrelado por Andrew Garfield, em 2012. No papel de Gwen, namorada de Peter Parker, ela acabou por ser escolhida sumariamente graças a 'forte química', vista pela produção entre o protagonista, tendo como resultado, assim: o melhor casal de todos os filmes do Homem-Aranha até o momento, além de um vínculo com a personagem ecoado até os dias de hoje.
The Favourite (2018)
Surpreendentemente um sucesso rentável para além, inevitavelmente comentado a mais, inexorávelmente aguardado pelo elenco e aclamado com brilho por seus visuais/caracterizações enfáticos/cas; assim foi o longa de 2018 do diretor grego Yorgos Lanthimos que tirou risos/suspiros/surpresas do público desde o momento do início; quebrando por vezes em momentos e tendendo a deixar rastros de dúvidas sobre as personagens e desfechos, não só consequentes como anteriores. No papel da inicialmente doce Abigail, Stone nos presenteia com uma atuação espetacular dentre várias outras no elenco que possui como destaques [além dela] Rachel Weisz (indicada justamente com Emma ao Oscar de melhor atriz coadjuvante) e primordialmente Olivia Colman no papel da Rainha Anne (vencedora do Oscar de melhor atriz por tal).
Birdman (2014)
Birdman — vencedor do Oscar daquele ano e de tantos outros prêmios — acabou agradando a crítica e sendo tido como 'um tanto como original'. Não foi assim do nada, a toa, ou mesmo dado por resquícios do forte elenco presente; não mesmo. Na real, o longa carrega uma crítica ao cinema emergente daquele ano como também ao envolto do cinema/teatro e da arte no geral. Birdman, tem pontos cruciais que por si só já garante a curiosidade e empolgação de embarcar no mesmo e bem, o começo? O metaforismo presente na personagem da atriz aqui abordada, no caso e papel de Sam Thom(p)son; filha do célebre e insatisfeito "Birdman" — sendo [não só] no fim das contas, uma brincadeira com a própria atriz e a sua carreira. De complemento, além de brincar com a fama do ator lembrado por Batman (Michael Keaton) e da péssima fama do problemático Edward Norton, faz também uma crítica ao longa interpretado por ela, e que, aqui, no caso, é, "The Amazing Spider Man 2", um dos maiores 'badalos' daquele período. No fim, ou pelo menos no que tange o elenco principal, me arrisco a dizer que os personagens principais nos nomes citados são, em suma, caricaturas dos próprios atores
--->> Irrational Man (2013)
Joaquin Phoenix e Emma Stone se fazem presentes em um longa um tanto quanto existencialista da forma de vivenciadores momentâneos; dentro do cerne estudante prodígio e professor de filosofia. Com citações que vão de Sartre a Beauvoir, ou outros como Husserl, e também a episódios clássicos da filosofia como a filiação de Heidegger ao nazismo e tudo mais. Episódios rápidos nesse romance estranho e com um desfecho ainda surpreendente.
La La Land (2016)
Dois personagens — >Mia e Sebastian< — de distintos caminhos/pensamentos/sonhos não se compelem, ao contrário, se completam, e se separam e voltam, giram e rodam, cantam, entoam; seja, em casa; seja, no meio dos carros; seja, na rua por detrás dos alambrados. Isso, em cenários de sonhos momentâneos, aproveitamento do visual e da canção, no aproveitar-se de um sentimento enfático de amor que do redor reduz, deixando os dançarinos no foco, cada um a sua ótica em destaque; feixes de luz. Mas, claro, como você é o telespectador vai ter-de-se-ver sentado, talvez dançando junto, talvez calado — aproveitando o musical, ou, por que não representado? Em em em. ISSO É LA LA LAND PORRA, FILME SENSACIONAL com altas referências de musicais clássicos.
Help! (2011)
Continuando aqui; o que se pode dizer de um filme polêmico, porém bom? Sabe-se lá. Cá está um desses que, se por um lado se preza a abordar o problema do racismo norte-americano com enfoque cotidiano no lar, do outro mostra uma visão um tanto quanto caucasiana da questão. É... Embora o filme seja um exemplo do que chamam de "cultura do branco herói/salvador", ele também tem um lado leve mesclado que por seus contornos de tratamento sutis nos mínimos atos, acabam por nos agraciar com cenas interessantes na questão cerne.
Zombieland 1 e 2 (2009/2019)
Um dos filmes mais divertidos da carreira dela -- sucesso! Como consequência: direito a sequência, ora. Mas, de filmes célebres do gênero, de tantos, o que se espera? Mais uma vez, ora, o inesperado e o além dele, que no fundo ,é na verdade o que já se é esperado. Tiros, comédia, romance, personagens carismáticos, atuações no talo/jeito, condução certeira — garantem certamente a fama de um longa condizente com o peso que tem em seu nome. Por isso, ao invés de outros tantos que ela fez, aqui eu encerro com este